Virei refém do WhatsApp
Todo "quanto custa" e todo "cadê o meu" cai em cima de você. Sem triagem, o dia vira atendimento e o trabalho fica pra noite.
Bot que atende no WhatsApp, orçamento pronto em minutos e agenda que lembra sozinha. Começa com um diagnóstico de 30 minutos pra saber o que automatizar primeiro.
Se você se reconhecer em pelo menos dois, tem tempo sendo desperdiçado todo dia.
Todo "quanto custa" e todo "cadê o meu" cai em cima de você. Sem triagem, o dia vira atendimento e o trabalho fica pra noite.
Sem modelo, sem histórico, sem padrão. Uma tarde numa proposta que devia sair em minutos, e o cliente já pediu pra outro.
Retorno prometido, visita marcada, serviço pra entregar. Tudo entre caderno, planilha e memória. O que não vira lembrete vira desculpa.
Nada de prateleira. Cada uma é montada no seu jeito de atender, orçar e entregar.
Responde o repetitivo e qualifica quem chega. Só te chama quando o cliente já quer fechar.
Você informa o essencial e o documento nasce pronto, com cálculo e sua marca. De uma tarde para o tempo de um café.
O robô marca, confirma e lembra os dois. E lembra você de cobrar, retornar e entregar.
Status de cada serviço, atualizado pelo celular. O cliente para de perguntar "como está o meu?".
Cliente pede preço às 8h41. Veja onde seu tempo vai parar.
Cada etapa depende de você estar livre. Se o dia foi cheio, a proposta sai amanhã e o cliente já falou com outro.
Você entra uma vez só, na etapa que exige julgamento. O resto corre na velocidade do sistema.
Trinta minutos pra achar onde o tempo vaza. Nessa ordem você não paga por automação que não precisava.
Atendimento, orçamento, agenda e controle. Onde travam e quanto tempo cada um come por semana.
O que automatizar primeiro, sem gastar com o que ainda não faz diferença.
Regras do bot, fórmulas do orçamento, gatilhos dos lembretes. Você entende e aprova antes de existir.
O que vem primeiro e quanto leva cada etapa. Em PDF, seu, pra executar com quem você quiser.
Sessões de trabalho, não de conversa. Você sai de cada uma com algo decidido.
Você me conta como atende, orça e controla hoje. Eu aponto onde o tempo vaza.
Encontros de 2h, online ou em Fortaleza. Processo a processo, decidimos o que automatizar primeiro.
Mapa, priorização, desenho de cada automação e roadmap com prazo e investimento. Seu, em PDF.
Bot, orçamento, agenda e painel saem do papel. Se preferir levar o plano pra outro, ele funciona igual.
Não. A automação é construída em cima do que já funciona: seu WhatsApp, sua planilha, seu jeito de orçar. O diagnóstico mostra o que trava mais e prioriza a partir daí, sem trocar tudo de uma vez.
O bot resolve o repetitivo, como preço, prazo, horário e endereço, e passa pra você quando o assunto exige gente. As regras de triagem e o texto das respostas são escritos com você, na sua linguagem, não em tom de central de atendimento.
O gerador é montado na sua tabela e nas suas regras de cálculo, por metro, por hora, por item ou por combinação. Você informa o essencial e o documento sai pronto, com sua marca e suas condições. Cálculo complexo entra no mapeamento antes de virar automação.
Não necessariamente. Mapeamos o que existe, aproveitamos o que funciona e construímos só o que falta. Jogar fora ferramenta que já resolve é desperdício, não automação.
Dá, e costuma ser o melhor caminho. O diagnóstico aponta qual delas devolve mais tempo no seu caso. Começa por essa, sente o resultado e só depois vai pra próxima.
Os dois. Online por chamada de vídeo, ou presencial em Fortaleza.
Depende de quantos processos entram e do que for construído depois. Orçamento pelo WhatsApp em 24h, com escopo e prazo fechados. A primeira conversa de 30 minutos não custa nada.
Seu tempo não volta.
O processo certo evita que ele vaze.
Me chama no WhatsApp e marca 30 minutos. Você sai sabendo qual automação devolve mais horas primeiro.
Resposta rápida · Você fala direto com quem constrói